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Sua empresa está viva?

“Faltam marcas para atender à demanda e ao apetite de compradores”. Ouvimos este comentário de um consultor especializado em aquisições e fusões.
Não há dúvidas de que o mercado está fervendo e as empresas, de todos os segmentos – de indústrias e varejo, devem estar prontas para receber boas propostas de compradores. Dos Start Ups às existentes, há todo um trabalho para que sejam promissoras, visíveis e atraentes.
As melhores propostas, entretanto, só chegarão para aquelas que estejam bem estruturadas, dentro do contexto competitivo de hoje, que tenham real potencial de expansão e crescimento e que, acima de tudo tenham luz própria, ou seja, estejam vivas de fato e não sejam meros conglomerados de pessoas e recursos físicos e/ou tecnológicos.
Uma empresa viva é aquela que possui energia e qualidade suficientes para acompanhar a maratona de velocidade em que o mercado globalizado se transformou.
 
Para saber se uma empresa está viva, não são necessários demorados diagnósticos, mas sim, a análise dos seus principais indicadores, que podem também ser verificados através de algumas perguntas básicas:
  
1. Sua marca está claramente posicionada e as estratégias são integradas a este posicionamento, de forma que qualquer funcionário possa dissertar sobre isso?
2. Seus processos são bem definidos e conhecidos pelas equipes, a ponto de serem efetivamente respeitados e modificados sempre que exista a possibilidade de melhoria?
3. Seu modelo de negócios e de gestão foi renovado ou é o mesmo que “no passado nos levou ao sucesso”?
4. Existe um constante desenvolvimento de serviços e produtos ou são os mesmos oferecidos nos últimos 3 anos?
5. Sua comunicação com o mercado é precisa e clara, confusa ou praticamente não existe?
6. As equipes e as lideranças agem de forma tão autoconfiante a ponto a poderem ser classificadas como “operando numa zona de conforto”?
7. É comum que as pessoas de todos os níveis tenham o costume de justificar os resultados, sempre encontrando razões que mostrem que “nada mais podia ser feito”?
8. As decisões são lentas, difíceis e acabam, muitas vezes, em “ações não implantadas”?
9. Qual a distância, ou agilidade, entre planejar e executar o planejado?
10. Temos claros nossos processos e procedimentos, assim como os respectivos indicadores e responsáveis? Nossos clientes reconhecem dessa forma?
 
Empresas que tem respostas inadequadas a estas questões devem iniciar, com extrema rapidez, um processo de revitalização e mudanças que deve partir do alto escalão, de onde emanam a cultura e os modelos.
Não existe mais tempo e espaço para empresas mal estruturadas e, por conseqüência, mal posicionadas. Os exemplos de sucesso apontam para os caminhos a serem seguidos, mesmo que estes caminhos produzam dor , exijam esforços e eles devem ser percorridos até o final.
Se atalho fosse bom, chamava caminho!
 
Não pule etapas, nem corte caminho sem um excelente GPS.
No mercado atual, o oxigênio da inovação é o que manterá a sua empresa viva!

 

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